Eu e as leituras

Doença pneumocócica

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A DOENÇA PNEUMOCÓCICA É UMA IMPORTANTE CAUSA DE INFECÇÃO GRAVE E MORTE

Somente nos Estados Unidos, a bactéria Streptococcus pneumoniae (pneumococo) causa aproximadamente 50 mil casos por ano de infecção na corrente sanguínea, com taxa de mortalidade de 40% ou mais em idosos e em algums pacientes de alto risco.1,2

 

 

 

Procure reduzir seus riscos

Você apresenta risco para contrair doença pneumocócica? Considere-se sob risco para doença pneumocócica se você possui um ou mais dos fatores de risco abaixo:3-5
  • 60 anos de idade ou mais
  • Doença crônica
  • Câncer
  • Doença cardíaca
  • Doença pulmonar
  • Doença renal
  • Diabete
  • Anemia falciforme
  • Cirrose
  • Asplenia (baço não funcional)
  • Doença de Hodgkin
  • Deficiências do sistema imunológico
  • Residente de clínica especializada para tratamento crônico ou a longo prazo
  • Histórico de alcoolismo
  • HIV/AIDS

Está cada vez mais difícil tratar a doença pneumocócica

A doença pneumocócica é causada por bactérias comuns e geralmente é tratada com antibióticos. Infelizmente, certos tipos de pneumococos desenvolveram resistência a alguns antibióticos. 
Atualmente a doença pneumocócica está mais difícil de ser tratada.2

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Referências bibliográficas

1 CDC – Centers for Disease Control and Prevention. Assessment of national reporting of drug-resistant Streptococcus pneumoniae – United States, 1995-1996. MMWR 1996; 45(43): 947-949.2 CDC – Centers for Disease Control and Prevention. Defining the public health impact of drug-resistant Streptococcus pneumoniae: Report of a working group. MMWR 1996; 45(RR-1):1-20. 
3 CDC – Centers for Disease Control and Prevention. Prevention of pneumococcal disease: Recommendations of the Advisory Commitee on lmmunization Practices (ACIP). MMWR 1997; 46(RR-8):1-24.

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Publicado em 15/12/2009.

  
Este site é um serviço de MSD aos pacientes. Não tome nenhum medicamento sem o conhecimento do seu médico, pode ser perigoso para sua saúde.

Cartao de vacina

Boa Tarde!
Cá estou e nao é pra falar do Pipe mas de mim….e a imunossupressao de cada um!
Em 95 tirei o baço,foi um momento tenso,uma cirurgia cavala,meu baço tinha sido encapsulado por um cisto,foi o caso 105 da medicina brasileira.Sai da cirurgia com uns 5 anos de sequela pela frente. Ninguem me avisou nada disso,e se nao fosse RAfaela a me avisar q eu deveria tomar duas vacinas eu também nao teria sido avisada.
Pois é…..agora em outubro de 2013 tive uma infecçao absolutamente estranha,e acabei na imunologista do Pipe.
Cheguei la contando a ela da hisplenectomia e da minha duvida sobre a validade da vacina,é loooogico que eu nao sabia do meu cartao de vacinas.
Estou seguindo as orientaçoes da medica ,entrei na segunda dose do antibiotico,e ainda nao me sinto bem. Resolvi entao,remexer minhas coisas e achei o cartao de vacinas que…..ESTA com a VAcina a.penumococica vencida!!!!
Vamos seguir as orientaçoes da medica e prestar mais atençao no cartao de vacina,é a dica do dia!!!

perguntas e respostas

Pergunta para Interfarma (CIADR) – Qual o custo dos medicamentos para Doenças Raras? O SUS cobre os custos?
Prestar assistência adequada aos pacientes com doenças raras significa formular um política capaz de combinar as duas principais facetas da questão: cuidados e tratamentos por um lado e oferta de medicamentos órfãos pelo outro. O fato do Brasil não possuir uma politica publica especifica para doenças raras, não significa que os pacientes não recebam cuidados e tratamentos. Os medicamentos acabam chegando até eles por via judicial, na maioria das vezes. E o SUS, de uma maneira ou de outra, atende essas pessoas, porém de forma fragmentada, sem planejamento, com grandes desperdícios de recursos públicos e prejuízos para os pacientes.
A oferta de medicamentos órfãos pelo SUS depende da sua incorporação em um protocolo clínico que, por sua vez, depende de uma avaliação técnica e econômica de viabilidade. Porém, os critérios empregados pelo Governo para avaliar a disponibilização de medicamentos órfãos pelo sistema público – baseados em custo-efetividade – têm, na maioria dos casos, excluído os pacientes da possibilidade de obter este tipo de tratamento.
A legislação brasileira estabelece que os medicamentos destinados a doenças de baixa prevalência sejam analisados, para efeitos de incorporação no SUS, pelos mesmos parâmetros usados para os de grande prevalência. São levados em conta quesitos como eficácia do tratamento e impacto de custos, em comparação com outros medicamentos de mesma natureza.
Se na teoria esses parâmetros são justificáveis para planejar e priorizar os gastos públicos, na prática têm funcionado como um enorme obstáculo para os pacientes com doenças raras. A baixa prevalência das doenças não possibilita que os testes clínicos de comprovação de eficácia dos medicamentos órfãos tenham a mesma duração e número de pacientes envolvidos que os de grande prevalência.
Por se destinar a poucas pessoas e não ter seu custo de desenvolvimento diluído entre grandes grupos populacionais, os medicamentos órfãos acabam sendo mais caros que os convencionais. Além disso, a maioria dessas drogas não conta com outro medicamento com a mesma função que permita a realização de uma análise comparativa de custo-efetividade, como determina a legislação.
Para tentar romper esse círculo vicioso que dificulta o acesso aos medicamentos órfãos, muitos pacientes têm recorrido à justiça, com considerável impacto financeiro para o poder público. Uma medida do problema está no fato de o Ministério da Saúde ter desembolsado, apenas em 2011, R$ 167 milhões para atender a 433 ações judiciais que determinavam a compra de remédios para pessoas com doenças raras.
De acordo com o estudo da Interfarma, para facilitar o acesso dos pacientes às drogas órfãs e evitar os custos elevados decorrentes da judicialização seria necessário ajustar os parâmetros de análise às particularidades das doenças raras, substituindo os critérios de custo-efetividade por outros mais adequados, como o da efetividade clínica.
A falta de uma política oficial para doenças raras tem transformado a vida dos pacientes em uma excruciante corrida de obstáculos, seja no tocante a cuidados e tratamento, seja em relação a medicamentos, – estes últimos, sujeitos a inúmeros entraves regulatórios que dificultam sua entrada no mercado e no SUS.